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03/03/2018 O CARNAVAL ACABOU, MAS MUITA GENTE NÃO QUER ABRIR MÃO... >>

e u digita l fa lou no FM? tá fa la do! fa ze ndo dir e ito for m a ndos & for m a dos fute bol s how m a nc he te s da s e m a na m a r ile ne c a r olina nos s os c olunis ta s

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"HERROS" DITATORIAIS 01/10/2009 - A JEN T E H ER R A MO S MEMÓ R IA S R EVEL A D A S

03/03/2018 NÃO É INTERVENÇÃO MILIAR, É UMA INTERVENÇÃO FEDERAL. >> 14/02/2018 INTERPRETAÇÕES DIFERENTES >>

pe ns e !

14/02/2018 INDIVIDUALIDADE DIGITAL!!! >> O gov er no feder al es tá v eic ulando, ao c us to de R $ 13,5 milhões , anúnc ios em T V,

r a pidinha s

r ádios , jor nais e r ev is tas par a es timular a entr ega de doc umentos s obr e a loc aliz aç ão

tur m a s do FM a je nte he r r a m os fotos de e v e ntos tr a ba lhos public a dos

de des apar ec idos no r egime militar ( 1964- 85) .

fa le c onos c o

Troque uma idéia com o Cara, Pr oduz ida pela Sec r etar ia de C omunic aç ão Soc ial da Pr es idênc ia, a c ampanha v ai

Carinha e Canalha, 24 horas por dia.

dur ar dois mes es e s er á v eic ulada nac ionalmente em T V e r ev is tas - em r ádio, s er á mais c onc entr ada na r egião do Ar aguaia. O s filmes par a T V, que c ontam c om a par tic ipaç ão de familiar es de des apar his tór ic o ec idos

polític os , for am dir igidos pelos c ineas tas C ao H ambur guer , J oão Batis ta de Andr ade e “O jornal paralelo oficial dos H elv éc io R atton.

alunos da FNH”?

Segundo o gov er no, quem entr egar doc umentos - o que pode s er feito pela inter net ( w w w .m em o riasrevelad as.g o v.b r) - ter á a gar antia de anonimato. O mater ial c oletado c r é ditos s er á enc aminhado ao C entr o de R efer ênc ia das Lutas Polític as no Br Por trás de um grande site tem as il - Memór ias R ev eladas .

sempre uma grande empresa, clique e veja.

Par a o minis tr o Paulo Vannuc hi, da Sec r etar ia Es pec ial dos D ir eitos H umanos , " qualquer que s eja a div er gênc ia ideológic a, his tór ic a polític a s obr e o per íodo, ninguém pode ter div er gênc ia s obr e o dir eito de loc aliz ar os r es tos mor tais e s epultar " . F onte: F olha de S.Paulo – 26/09/09. Mais d et alh es:

h t t p : //w w w .m em o riasrevelad as.arq u ivo n acio n al.g o v.b r/cam p an h a/in d ex.h t m h t t p : //w w w .m em o riasrevelad as.arq u ivo n acio n al.g o v.b r/cam p an h a/m em o riasrevelad as/

PIR O T EC N IA O s líder es do G - 20 não s e apr ofundar am nos as s untos mais impor tantes par a o futur o da ec onomia global: a r egulaç ão mais r ígida do s is tema financ eir o, par a ev itar nov as panes banc ár ias , e a es tr atégia de s aída das polític as antic r is e que elev ar am os gas tos e o endiv idamento públic os a nív eis es tr atos fér ic os no mundo. Em Pittis bur gh, c omo em Londr es , eles pr efer ir am s e fix ar em temas mais fác eis e não polêmic os , ev itando os mais c omplic ados . Muita c ena polític a e pouc a dec is ão r elev ante. R aquel F ar ia - F onte: O T empo – 28/09/09.

D IA N A C IO N A L D O VER EA D O R D ia 1º de outubr o foi o D ia N ac ional do Ver eador . Par a mar c ar a data, a C âmar a de G ov er nador Valadar es , Les te de Minas , c r iou uma homenagem polêmic a. O s 13 v er eador es da c idade “ s e” der am folga. O s demais s er v idor es da C as a tr abalhar am, o des c ans o foi v álido s ó par a os v er eador es . Apar te - F onte: O T empo – 01/10/09.

A N T R O PO C EN O , A ER A D A D EST R U IÇ Ã O A r ev is ta N atur e, a mais pr es tigios a public aç ão c ientífic a mundial, public ou na s ua ediç ão de 24 de s etembr o um manifes to as s inado por 29 c ientis tas mundiais . O gr upo av is a que as ativ idades diár ias dos 6 bilhões de humanos r es ultam por s i em uma for ç a geofís ic a c apaz de mudar c ompletamente a T er r a, equiv alente às gr andes for ç as da natur ez a. Par ec e um as s unto meio batido, mas , no intuito de anunc iar c ientific amente o D ia do J uíz o F inal, o gr upo des c r ev e limites biofís ic os que, s e ultr apas s ados , ger ar iam enor mes c atás tr ofes . Par a os c ientis tas , es s es limites s ão bem definidos e podem s er quantific ados em c ada ár ea de inter fer ênc ia humana: poluiç ão químic a, mudanç a c limátic a, ac idific aç ão dos oc eanos , per da do es c udo de oz ônio na atmos fer a, c ic lo do nitr ogênio, c ic lo do fós for o, us o de água doc e, mudanç a do s olo, biodiv er s idade e s obr ec ar ga de aer os s óis na atmos fer a. Em tr ês deles os limites de s us tentabilidade já for am ultr apas s ados . O s humanos mudar am o c lima, aumentar am demais os r es íduos or gânic os de nitr ogênio e ameaç ar am ou ex tinguir am tantas es péc ies que a natur ez a não c ons egue mais r ec uper ar es s as alter aç ões s em apoio. O utr os s eis limites de s us tentabilidade poder ão s er ultr apas s ados nas pr óx imas déc adas s e nada for feito, mas a per gunta fundamental é: quanto a T er r a c ons egue s upor tar antes que a v ida humana s e tor ne inv iáv el em nos s o planeta? U m dos c oor denador es do es tudo, D iana Liv er man, da U niv er s idade do Ar iz ona e também da U niv er s idade de O x for d, ex plic a que o pr inc ipal intuito des s e manifes to é es timular es tudos que identifiquem até quanto nos s o planeta pode aguentar nos s as tr apalhadas e c omo inter r omper es s e pr oc es s o antes que s eja tar de demais . A c ientis ta ex plic a que hoje podemos quantific ar algumas des s as agr es s ões e o limite que a T er r a pode s upor tar , mas ex is te s empr e uma inter aç ão entr e os fator es que potenc ializ am as aç ões agr es s or as . C omo, por ex emplo, a ex tinç ão de es péc ies ac aba por inter fer ir na r es er v a de c ar bono, us o do s olo, da água e as s im por diante. Alguns númer os a c omunidade c ientífic a c onhec e. O s limites de ex tinç ão de es péc ies que a natur ez a poder ia c ompens ar anualmente é de dez es péc ies por milhão de ex is tentes . Antes da R ev oluç ão Indus tr ial, o númer o er a de 0,1 es péc ie ex tinta. Agor a atinge a mar c a anual de c em es péc ies ex tintas por milhão ex is tente. J ohan R oc k s tr om, da U niv er s idade de Es toc olmo, c oor denador do es tudo, ac r edita que o manifes to dá númer os c r uc iais que podem s er utiliz ados nos ac or dos antipoluiç ão entr e naç ões e av is a que, s e não agir mos longe des s es limites já c onhec idos , o fim es tar á pr óx imo. Mas s e os r es peitar mos ter emos ainda s éc ulos e s éc ulos de feliz ex is tênc ia. Ves tibulandos , atenç ão! U m es tudo public ado na r ev is ta Br ain and C ognition de s etembr o, pelo médic o C huny en C hang, de T aiw an, c ompar ou o s c or e no v es tibular e o c ódigo genétic o de v es tibulandos , es pec ific amente em r elaç ão à ex is tênc ia ou não de mutaç ão em um gene c hamado C omt. Is s o pode identific ar em que tipo de pr ov a podemos ir melhor . C omo no Br as il, es tudantes taiw anes es pas s am por tes te nac ional par a obter v aga na univ er s idade. C hun- y en av aliou o s c or e de 800 es tudantes e c ompar ou s e apr es entav am alguma difer enç a na ex pr es s ão do gene C omt, que c ar r ega o c ódigo par a a pr oduç ão de uma pr oteína que r ec ic la a dopamina, as s oc iada à inteligênc ia. Segundo o c ientis ta, alunos c om uma ou duas c ópias de mutaç ão no gene que c oloc a uma Metionina, um aminoác ido, na r egião 158 da pr oteína, os Met- 158, v ão melhor nos tes tes de Q I do que os es tudantes que pos s uem a Valina na mes ma r egião, os Val158. Em c ontr apar tida, os Val- 158 v ão melhor nos tes tes de humanas , e s e o tes te for es tr es s ante, eles têm muito mais es tabilidade emoc ional que os Met- 158. O autor não ar r is c a qual o potenc ial v alor em s aber mos nos s o c ódigo genétic o antes do v es tibular , pois , além dis s o, o gene C omt dev e par tic ipar apenas c omo mais um agente de c ompor tamento que influenc ia a inteligênc ia, as s im c omo tantos outr os . C er to mes mo é que a memór ia par ec e ter um impor tante c omponente genétic o, mas multiv ar iado e c omplex o, do qual c onhec emos apenas uma minús c ula par te. R ogér io T uma - F onte: C ar ta C apital - Ediç ão 565. N at u re - h t t p : //w w w .n at u re.co m / U n iversid ad e d o A riz o n a - h t t p : //w w w .ariz o n a.ed u / U n iversid ad e d e O xf o rd - h t t p : //w w w .o x.ac.u k/ U n iversid ad e d e Est o co lm o - h t t p : //w w w .su .se/en g lish / B rain an d C o g n it io n h t t p : //w w w .in n o vat io n m ag az in e.co m /in n o vat io n /vo lu m es/v5n 3/co verst o ry3.sh t m l

PO N T O D E PA R T ID A N ão é toda hor a que o Br as il apar ec e num bom lugar nes s as lis tas inter nac ionais em que s e r elac ionam os país es que es tão faz endo alguma c ois a melhor que os outr os . O nor mal, na v er dade, é ac ontec er jus tamente o c ontr ár io: es tamos quas e s empr e no topo da tabela quando s e medem des gr aç as c omo homic ídios , falta de es goto ou tr abalho infantil e no fim da fila quando a c las s ific aç ão s e r efer e a hones tidade na polític a, qualidade dos s er v iç os públic os ou dis tr ibuiç ão de r enda. Somos r uins , também, ou muito r uins , em pr os tituiç ão de c r ianç as , demor a par a o c idadão s er atendido no s is tema de s aúde públic a, ex c es s o de impos tos , mor tes no tr âns ito, bur oc r ac ia, mandados de pr is ão não c umpr idos , r ebeliões em penitenc iár ias , fer r ov ias , r odov ias , outr as v ias – enfim, é um des file que v ai longe e, no fundo, diz quas e tudo s obr e a ex tr aor dinár ia dific uldade que os gov er nos br as ileir os , de qualquer époc a, têm par a c umpr ir a s ua obr igaç ão de r es olv er pr oblemas bás ic os da v ida r eal. É uma s ur pr es a e um alív io, as s im, v er uma mudanç a nes s a es c r ita, e numa ques tão es s enc ial: de ac or do c om o mais r ec ente lev antamento inter nac ional feito na ár ea, c om dados de 2006, o Br as il é o s egundo país , em todo o mundo, que mais inv es te dinheir o públic o em educ aç ão, c omo por c entagem s obr e o total dos gas tos do gov er no. F ic a atr ás apenas do Méx ic o – e, entr e os país es que oc upam os pr imeir os quinz e lugar es da lis ta, foi o que mais aumentou o s eu inv es timento no s etor de 2000 a 2006. N ão s e tr ata, no c as o, de c onv er s a do PAC , ou de c ifr as fabr ic adas nos s er v iç os de modelagem es tatís tic a do gov er no. O s dados s ão da O C D E, ou O r ganiz aç ão par a C ooper aç ão e D es env olv imento Ec onômic o, ór gão inter nac ional c om r eputaç ão de c ompetênc ia téc nic a, pr ec is ão e neutr alidade nas pes quis as que r ealiz a. O u s eja: é is s o mes mo. O Br as il, que des c obr iu tar de a nec es s idade de inv es tir em educ aç ão, e depois de ter des c ober to pas s ou déc adas s em faz er gr ande c ois a a r es peito, é hoje um país que es tá pondo mais r ec ur s os do que nunc a em s eu s is tema de ens ino públic o; mais , pr opor c ionalmente, do que c ampeões mundiais da educ aç ão c omo C or eia do Sul ou Es tados U nidos , e mais do que a média atual dos tr inta país es membr os da O C D E. O pr oblema, c omo de c os tume, es tá em quando s e pas s a dos númer os par a os r es ultados pr átic os . Se o Br as il, em ter mos de es for ç o financ eir o par a educ ar a s ua populaç ão, é o s egundo melhor país do mundo, por que a educ aç ão br as ileir a é tão r uim? É óbv io que houv e ganhos . N os últimos quar enta anos , a populaç ão br as ileir a aumentou em 100 milhões de habitantes , ex per iênc ia des c onhec ida por qualquer país des env olv ido do planeta; foi pr ec is o, de um jeito ou de outr o, c r iar lugar es na es c ola par a es s a gente toda, e o fato é que os lugar es for am c r iados , tanto as s im que c er c a de 95% das c r ianç as e jov ens em idade es c olar fr equentam hoje as s alas de aula. C r iou- s e, a par tir das pr efeitur as , um v as to s is tema de tr ans por te par a os alunos da es c ola públic a – algo fundamental e que s imples mente não ex is tia. D a mes ma for ma, pas s ou a hav er dis tr ibuiç ão em mas s a de mater ial didátic o. A mer enda es c olar foi univ er s aliz ada. A maior ia dos pais , entr e os br as ileir os pobr es , ac ha que a educ aç ão r ec ebida hoje por s eus filhos é melhor do que a educ aç ão que eles r ec eber am. T ão r eal quanto is s o tudo é a es petac ular r uindade do s is tema em s eu c onjunto, do pr imár io à univ er s idade, no ens ino públic o e em boa par te do par tic ular . C om todo o dinheir o que gas ta, o Br as il c ontinua tendo mais de 14 milhões de analfabetos . N enhuma univ er s idade br as ileir a es tá entr e as 100 melhor es do mundo. O s nív eis de apr ov eitamento em matemátic a, fís ic a e outr as dis c iplinas - c hav e par a a c apac itaç ão tec nológic a es tão entr e os pior es . N ão temos c onhec imento de métodos didátic os efic az es . N ão s abemos c omo ens inar , nem o que ens inar . O s is tema todo, na educ aç ão públic a, es tá ar mado de for ma a atender aos inter es s es , às ideias e às pr es s ões de pr ofes s or es e func ionár ios , pr inc ipalmente na univ er s idade. N ão é nenhuma s ur pr es a que as univ er s idades amer ic anas , na s ua maior ia entidades pr iv adas , pr es tem muito mais c onta de s uas ativ idades do que as univ er s idades públic as do Br as il. N ada dis s o, c omo pr ov am os númer os , ac ontec e por falta de v er ba. É r es ultado, ao c ontr ár io, da ilus ão de que s e pode r es olv er pr oblemas s ó c om dinheir o – mas s em tr abalho, talento e c or agem. N os s o des as tr e educ ac ional mos tr a que o Br as il apr endeu a gas tar , mas não apr endeu a ens inar ; c ontinua c onfundindo o ponto de par tida c om o ponto de c hegada. J .R .G uz z o - F onte: Veja - Ediç ão 2132.

PSIC A N Á L ISE D E U M C O R R U PT O EM C R ISE " D outor a, eu pr oc ur ei a ps ic anális e por que ando c om um es tr anho s intoma: às v ez es tenho o que v oc ês c hamam de ‘s entimento de c ulpa...’ Sinto- me c omo o c hefão da família Sopr ano, c om aquela ps ic analis ta gos tos a, c om per nas lindas - as ps ic analis tas falam pelas per nas ... T enho tido pes adelos : s onho que mor r i as s as s inado por mim mes mo, que es tou pr es o c om tr afic antes es tupr ador es . N ão mer eç o is s o, eu, que s empr e as s umi minha c ondiç ão de c or r upto ativ o e pas s iv o... ( não pens e que é v eadagem não, hein, doutor a... ah, ah, ah...) . N ão s ou um ladr ão de galinhas , mas já r oubei galinhas do v iz inho e até hoje s into o c heir o das penos as que eu agar r av a. Ah, ah, ah... Mas hoje em dia, doutor a, não r oubo mais por nec es s idade; é pr az er mes mo. Es tou muito bem de v ida, tenho s ete faz endas r eais e s ete imaginár ias , mando em c idades do N or des te, tenho tudo, mas c onfes s o que s ou v ic iado na adr enalina que me ar de no s angue na hor a em que a mala pr eta v oa em minha dir eç ão, c heia de dólar es , v ibr o quando v ejo os olhos c ov ar des do empr es ár io me pagando a pr opina, s uas mãos tr êmulas me pas s ando o tutu, delic io- me quando o juiz me dá ganho de c aus a, os tentando hones tidade, e finge não per c eber minha pis c adela mar ota na hor a da liminar c ompr ada ( es tá entr e U S$ 30 a U S$ 50 mil hoje) , babo ao v er juíz es s abujos diante de meu poder de par lamentar e faz endeir o r ic o. C omo, doutor a? Se me s into s uper ior as s im? Bem, é v er dade... Ador o a s ens aç ão de me s entir ac ima dos otár ios que me ‘c ompr am’, eles s e humilhando em v ez de mim. R oubar dá tes ão; liber ta- me. Eu ex plic o: r oubar me tir a do mundo dos ‘obedientes ’ e me pr ov oc a quas e um or gas mo quando embols o uma bolada. D es c ulpe... a s enhor a é mulher fina, c ois a e tal, mas ador o s entir o es panto de uma pr os tituta, quando eu lhe ar r ojo U S$ 1.000 entr e as c ox as e v ejo s ua gr atidão ac es a, faz endo- a c apr ic har em c ar íc ias mais per v er s as . É uma delíc ia, doutor a, r olar , nu, em c ima de notas de U S$ 100 na c ama, de madr ugada, s oz inho, c omendo c as tanhas e c hoc olatinhos do fr igobar de um hotel v agabundo, em uma c idade onde des c olei um c anal de es goto s uper fatur ado. A s enhor a não imagina a v olúpia de os tentar s er iedade em s alões de c ar etas que te x ingam pelas c os tas , mas que te inv ejam s ec r etamente pela liber dade c ínic a que te habita. Suas mulher es me olham ex c itadas , pens ando nos br ilhantes que poder iam ganhar de mim, v ir il e s or r idente - todo bom ladr ão é s impátic o. A s enhor a não tem ideia aí, s entada nes s a poltr ona do F r eud, do or gulho que s into, até quando r oubo v er bas de r emédios par a c r ianc inhas , ao c ons eguir dominar a v er gonha e tr ans for má- la na bela fr iez a que c ons tr ói o gr ande homem. E, agor a, es s e s entimentoz inho de ‘c ulpa’ tão c hato... Sei muito bem os ges tos e r ituais dos ladr ões ( tenho de us ar es s a palav r a tr is te) : s ei faz er impos tur as , per fídias , tr etas , bur lar ias , s ei us ar fals as v ir tudes , os tentar dignidade em C PIs , dou beijos de J udas , lev o des afor o par a c as a s im, s ei dar abr aç os de tamanduá e c hor ar lágr imas de c r oc odilo... Sou ótimo ator e es pec ialis ta em amnés ias polític as . Eu já dec lar ei de tes ta alta na C âmar a: ‘N ão s ei nem imagino c omo es s es milhões de dólar es apar ec er am em minha c onta na Suíç a, apes ar des s es ex tr atos todos , pois não tenho nem nunc a tiv e c onta no ex ter ior !’ Es s e gr au de mentir a é tão íntegr o que deix a de s er mentir a e v ir a uma ar te. D outor a, no Br as il há dois tipos de ladr ões de c olar inho br anc o: há o ladr ão ‘ex tens iv o’ e o ‘intens iv o’. N ão toler o os ladr ões intens iv os , os intempes tiv os s em c las s e... F alta- lhes elegânc ia e ‘fines s e’. R oubam por r anc or , r oubam o que lhes apar ec e na fr ente, ac ham- s e no dir eito de s e v ingar de pas s adas humilhaç ões , dor es de c or no, por r adas na c ar a não r ev idadas , s us pir os de mãe lav adeir a. Eu, não. Eu s ou um c or dial, um c av alheir o; tenho pac iênc ia e s abedor ia, c omec ei pouc o a pouc o, c omo as galinhas que r oubei na infânc ia, que, de gr ão em gr ão, enc hiam o papo... ah, ah, ah... Eu s ou aquele que v ai r oubando ao longo da v ida polític a e ao fim de déc adas já tem ‘R enoir s ’ na par ede, lanc hões , helic ópter os , es pos as infeliz es ( não s ei por que, s e dou tudo a ela) , filhos es tr oinas e maluc os ... ( mandei es tudar na Suíç a e não adiantou) . Eu adquir i uma r es peitabilidade altaneir a que c onfunde meus inimigos , que fic am na dúv ida s e eu tenho mes mo a gr andez a ac ima dos homens c omuns . N o fundo, eu me ac ho mes mo es pec ial; não s ou c omum. Per to de mim, homens c omo PC for am mer os c leptomaníac os ... Sou pr ofis s ional e didátic o... Eu me c ons ider o um G ilber to F r ey r e da es c r otidão nac ional... O lhe par a mim, doutor a. Eu es tou no lugar da v er dade. Es te país foi feito as s im, na v ala entr e o públic o e o pr iv ado. H á uma gr andez a ins us peitada na apr opr iaç ão indébita, flor es c em r ic os c ogumelos na lama das mar ac utaias . A bos ta não pr oduz flor es magnífic as ? O que v oc ês c hamam de ‘r oubalheir a’ eu c hamo de ‘pr ogr es s o’ por tuguês , nada da fr iez a anglo- s ax ônic a. Eu s empr e fui muito feliz ... Sempr e ador ei os jantar es nor des tinos , c heios de moquec as e mar ac utaias , s empr e amei as c otov eladas c úmplic es quando s e liber am v er bas , os c álidos abr aç os de famílias de máfias r ur ais ... Lembr a da linda pis c ina v er de em C anapi, no meio da c aatinga, na époc a C ollor ? Ador av a aquilo; er a uma v er dadeir a ins talaç ão br as ileir a c ontempor ânea - dev ia es tar na Bienal. A s enhor a me per gunta por que eu lhe pr oc ur ei? T udo bem; v ou c ontar . O utr o dia, fui as s is tir a uma ex ec uç ão. Matar am um neguinho no ter r eno baldio. Ele implor av a quando lhe pas s ar am o fio de ny lon no pes c oç o e aper tar am até ele c air , bem embaix o de uma plac a de financ iamento públic o. N a hor a, até me ex c itei; tiv e uma er eç ão, c onfes s o. Mas quando c heguei em c as a, c om meus filhos v endo ‘H igh Sc hool Mus ic al’ na T V, fui tomado por es s e mal- es tar que v oc ês c hamam de ‘s entimento de c ulpa’... Por is s o, doutor a, pr ec is o que me c ur e logo... T em muita v er ba públic a pintando aí, muita emenda no O r ç amento, empr eiteir os me ligando... T enho de c ontinuar minha mis s ão, doutor a..." Ar naldo J abor (h t t p : //w w w .arn ald o jab o r.b lo g g er.co m .b r/) - F onte: O T empo – 29/09/09.

E N Ó IS Q U E PEN SA VA Q U E N U N C A ER R A VA ! C O N T IN U A MO S ER R A N D O PR O PO SIT A L MEN T E...! H ER R A R É U MA N O !

Se vo cê vir alg u m a co isa errad a, m an d e u m e- m ail p elo F A L E C O N O SC O q u e "a ajen t e co rreg e". C liq u e aq u i e en vie: h t t p : //w w w .f acu ld ad em en t al.co m .b r/f ale.p h p

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